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Balcão Local

Plataforma

Integrações e API

Disponível

As cobranças do balcão saem num ficheiro que a contabilidade importa, com o dicionário de dados publicado — em vez de o tesoureiro voltar a digitar trinta linhas por dia.

Em todos os planos
Exportação para CSV e Excel
Plus
Receção de ocorrências por email
Pro
API REST documentada · Avisos automáticos para outro sistema · Entrada com a conta da junta · Adaptadores para o programa de contabilidade

Construído hoje: só a exportação para a contabilidade; a API, os avisos automáticos, a entrada com a conta da junta e os adaptadores ainda não existem

O que faz

Está construída a exportação contabilística, e só ela. O tesoureiro escolhe um período no backoffice e vê, antes de exportar, o total cobrado, quantas cobranças são e a lista das taxas que ainda não têm classificação económica. Preenche o que falta ou exporta assim mesmo, com a falta assumida por escrito. Abrir o ecrã não exporta nada: a pré-visualização lê e não escreve, para que o histórico continue a querer dizer alguma coisa.

Uma exportação são três ficheiros. As cobranças, uma linha por cobrança, em CSV ou Excel; um resumo por classificação económica e por dia, para conferir o total antes de importar; e um ficheiro de metadados com o período, a versão do dicionário, a marca de reexportação e os resumos SHA-256 dos outros dois — que é o que permite a quem importa provar que o ficheiro que abriu é o que saiu daqui. A versão do dicionário viaja também no nome de cada ficheiro.

O dicionário de dados é o contrato, e está publicado numa página aberta, sem sessão: para cada coluna, o nome, a ordem, o tipo, se é obrigatória, a regra de preenchimento, de onde vem e um exemplo. Três colunas estão declaradas como vazias por agora, e dizem-no — o comprovativo e a referência do pagamento pertencem aos pagamentos online, que ainda não existem. Uma coluna nunca muda de significado sem versão nova; acrescentar uma coluna a um contrato publicado obrigaria quem importa a rever o trabalho dele.

Porque importa

Três razões, e não mais

A contabilidade da junta fica onde está
O Balcão Local não é o sistema de registo contabilístico e não emite guias de receita, faturas, recibos certificados nem SAF-T. O que sai é um mapa de cobranças; o número e a série do recibo vêm sempre do software certificado da junta e viajam numa coluna do ficheiro. Trocar de programa de contabilidade não é condição de nada.
O formato é público, e por isso não prende ninguém
O dicionário está publicado e versionado fora do backoffice, onde o fornecedor da contabilidade o pode ler sem pedir licença a ninguém. É o contrário de uma integração que só existe entre dois fornecedores que se entendem: quem quiser escrever a importação do lado de lá tem tudo o que precisa numa página.
A falta de classificação aparece antes, não depois
Uma cobrança sem classificação económica é uma linha que a importação devolve. O ecrã mostra-as agrupadas pela razão de estarem por classificar — a taxa sem classificação, o tipo de documento isento, a cobrança que não passou por documento nenhum — porque as três corrigem-se em ecrãs diferentes, e uma lista que dissesse só «sem classificação» mandava procurar no sítio errado.

Como funciona

  1. 01

    A classificação económica mora na tabela de taxas

    Cada item da tabela de taxas leva a sua classificação económica, escrita uma vez e reutilizada em todas as cobranças que dele saírem. Não há tabela paralela a manter, e é por isso que corrigir uma classificação corrige as exportações seguintes sem tocar em nada.

  2. 02

    Escolhe-se o período e vê-se o que sai

    Um mês, com o total, o número de cobranças e as faltas de classificação à vista. Nada foi escrito ainda. Quem não tem a permissão não abre o ecrã, e a recusa fica no registo de auditoria — que é o comportamento certo para quem tenta executar, e não para quem só passa pela página.

  3. 03

    Exporta-se em CSV ou Excel

    Escrever ficheiros é um POST e não um GET, para que recarregar a página não reexporte o período. Fica a linha no histórico com quem exportou, que período e em que formato, e o evento no registo de auditoria.

  4. 04

    Reexportar é permitido, e fica marcado

    Um período já exportado exporta-se outra vez — porque acontece corrigir uma classificação e ter de repetir — e a segunda saída vem marcada como reexportação, nos metadados e no histórico. Quem importa sabe que aquele ficheiro substitui outro.

  5. 05

    Também corre sem navegador

    A mesma exportação existe na consola, para tarefas agendadas e para reexportar um período antigo sem abrir o backoffice. É o mesmo motor: um ficheiro gerado à mão e um gerado pela consola são o mesmo ficheiro.

Enquadramento

O que a lei exige

Decreto-Lei n.º 192/2015
Que as autarquias locais registem a sua contabilidade segundo o Sistema de Normalização Contabilística para as Administrações Públicas.

Isto descreve a norma, não é aconselhamento jurídico. Ver também a página de conformidade.

Perguntas

Temos de mudar de contabilidade?
Não, e é esse o ponto de partida. A contabilidade fica onde está: nós produzimos o mapa das cobranças do balcão no formato neutro, e ela continua a ser onde a receita é registada. O Balcão Local não emite guias de receita, faturas nem recibos certificados.
O ficheiro entra direto no nosso programa?
Depende do programa, e a resposta honesta é «ainda não sabemos o do vosso». O que existe hoje é o formato neutro em CSV e Excel, com o dicionário publicado — um ficheiro para importar uma vez por mês, em vez de uma cópia à mão todos os dias. Os adaptadores que transformam este formato no de cada programa de contabilidade ainda não existem: seriam construídos com o fornecedor da primeira junta que use cada um, sem custo para ela, e ficariam disponíveis para as restantes.
E a API, os avisos automáticos e a entrada com a conta da junta?
Não existem. A API REST documentada, os avisos automáticos para outro sistema, a receção de ocorrências por email e a entrada com a conta Microsoft ou Google da junta estão no plano Pro e ainda não estão construídos — esta página descreve o que está, e o catálogo diz o mesmo. O que existe é a exportação, e ela está em todos os planos.

Franqueza

O que costumam dizer-nos

«Isto não é integração nenhuma, é um ficheiro.»
É um ficheiro, e dizê-lo é melhor do que chamar-lhe outra coisa. O que ele resolve é concreto: a dupla digitação diária passa a uma importação por mês, com o total conferido antes de sair e o dicionário publicado para quem escrever a importação do outro lado. A ligação automática ao vosso programa é trabalho por fazer, e está nomeado como tal.
«O nosso fornecedor de contabilidade não vai colaborar.»
O formato neutro funciona sem ele: abre em qualquer folha de cálculo e o dicionário está publicado numa página aberta. A colaboração do fornecedor acelera — dá um adaptador em vez de uma importação manual —, mas não é condição para a exportação servir.
«A tesouraria não aceita receita sem recibo certificado.»
E continua a não haver receita sem ele. O recibo é emitido pelo software certificado que a junta já usa, como sempre foi; o número e a série que ele devolve viajam numa coluna do ficheiro para que a linha exportada e o recibo se encontrem. Nós nunca emitimos documento fiscal nenhum.
«Já exportamos os relatórios. Para que serve mais um ficheiro?»
As exportações dos relatórios são para ler e conferir: saem do painel, com as colunas que o painel mostra. Esta é para importar, e a diferença está no contrato — colunas fixas, ordem fixa, versão no nome do ficheiro, resumos criptográficos e um dicionário publicado. Um ficheiro cujas colunas mudam de sítio não se importa duas vezes.

Anda com estas

Trinta minutos, com a sua freguesia no ecrã

Sem apresentação de vendas: mostramos o balcão a funcionar, respondemos ao que perguntar e dizemos com franqueza o que ainda não faz.

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