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Balcão Local

Balcão

Ocorrências

Disponível

Um candeeiro apagado ou um buraco no passeio reportado do telemóvel em menos de um minuto, com foto e ponto no mapa — e fechado com a foto do depois.

Plano Base

Construído hoje: o mapa público; falta o mapa no quadro do backoffice e no formulário, e a pesquisa por morada

O que faz

O cidadão escolhe a categoria — iluminação, pavimento e passeios, resíduos e monos, espaços verdes, sinalização, animais —, marca o ponto no mapa, escreve o que se passa e junta até três fotografias. Os metadados das fotos são removidos ao guardar. O formulário funciona sem rede: o rascunho fica no telemóvel e é submetido quando a ligação voltar.

Antes de submeter, o sistema mostra as ocorrências abertas da mesma categoria a 50 metros dali nos últimos 60 dias. Quem chega a seguir escolhe «é esta» e passa a segui-la em vez de abrir a quinta ocorrência do mesmo monte de monos — e a junta vê «reportada por 4 pessoas» e responde uma vez a todas.

Do lado da junta há uma fila com estado, responsável e prazo por categoria. Quando a competência é da câmara, um clique gera o PDF com fotos, morada e mapa, envia-o para o contacto configurado com o número da ocorrência no assunto e muda o estado para encaminhada, guardando a cópia enviada e, depois, a referência da resposta. O cidadão vê que saiu e para onde foi.

Porque importa

Três razões, e não mais

«Já foi reportado?» antes de submeter, não depois
Mesma categoria, raio de 50 metros, últimos 60 dias — os valores são configuráveis. Quem reconhece o problema segue a ocorrência que já existe e fica ligado aos avisos sem escrever nada; a junta triage uma vez em vez de cinco. Quando a duplicação escapa, o técnico funde as ocorrências e todos os reportantes passam para a principal, com um único aviso.
Encaminhar para a câmara deixa rasto
Não existe encaminhar sem enviar. Sai um PDF por email com número, categoria, descrição, morada, mapa e fotos, e a resposta da entidade — referência e data — fica registada na ocorrência, onde o cidadão a vê. Por defeito o PDF não leva o nome nem o contacto de quem reportou; leva-os apenas se a pessoa o tiver autorizado no pedido.
O mapa público mostra o trabalho feito
Vem ligado, com categoria, estado e datas — nunca com quem reportou. A descrição e as fotos só aparecem quando um funcionário marca a ocorrência como publicável, o que nunca acontece por defeito. A junta pode aproximar a localização a 100 metros, esconder categorias inteiras ou desligar o mapa.

Como funciona

  1. 01

    Fotografar e marcar no mapa

    Categoria, ponto (da posição do telemóvel, com autorização no momento, ou escrito à mão), descrição e até três fotos. A ocorrência recebe um número próprio da freguesia e do ano, visível ao cidadão desde o primeiro minuto.

  2. 02

    Ver se já não está reportado

    A lista do que já foi reportado ali perto aparece antes de submeter, com foto, estado e data. Seguir uma dessas ocorrências conta como reporte adicional e subscreve os avisos.

  3. 03

    A junta classifica e atribui

    O técnico confirma a categoria, define a competência, atribui a um funcionário ou a uma equipa e escreve a nota pública que o cidadão vai ler. Cada categoria traz um prazo em dias úteis — 5 para resíduos e monos, 10 para espaços verdes, 15 para pavimento —, que a junta mostra ao cidadão só nas categorias em que se quer comprometer.

  4. 04

    A equipa fecha no terreno

    No telemóvel, com a lista das suas ocorrências, a nota do que foi feito e a foto do depois. O reportante e os seguidores recebem o aviso da resolução com essa foto.

  5. 05

    O cidadão confirma — ou reabre

    Durante 14 dias pode dizer que não ficou resolvido: a ocorrência volta a análise com a marca de reaberta e o funcionário é avisado. Passados os 14 dias, abre-se uma nova, ligada à anterior.

Enquadramento

O que a lei exige

Lei n.º 75/2013, artigo 16.º
A competência da junta sobre equipamentos e espaço público da freguesia, incluindo a toponímia.
Lei n.º 50/2018, artigo 38.º
A transferência para as freguesias da gestão de espaços verdes, da limpeza de vias e espaços públicos, sarjetas e sumidouros, da manutenção do mobiliário urbano, de feiras e mercados e de pequenas reparações nas envolventes escolares.
Decreto-Lei n.º 57/2019
A concretização dessa transferência, com o que cada freguesia recebeu a constar do auto de transferência do seu município.

Isto descreve a norma, não é aconselhamento jurídico. Ver também a página de conformidade.

Perguntas

A junta passa a ser obrigada a resolver tudo o que for reportado?
Não. Cada categoria tem uma competência por defeito, e o que é da câmara ou de outra entidade é encaminhado com registo, com o cidadão a ver para onde foi. Não existe prazo legal para resolver uma ocorrência: o prazo por categoria é um compromisso da junta consigo própria, e só aparece ao cidadão nas categorias em que a junta o ativar.
O mapa público não expõe as pessoas?
Quem reportou não aparece, em caso nenhum. Por defeito mostra-se a categoria, o estado e as datas; a descrição e as fotos só aparecem se um funcionário as marcar como publicáveis. As fotos são guardadas sem metadados, o cidadão é avisado para não fotografar pessoas nem matrículas, e um funcionário pode editar uma descrição que traga dados de terceiros.
Funciona sem instalar aplicação?
Sim. É uma página no navegador do telemóvel, que se pode instalar como aplicação para quem quiser. Sem rede, o rascunho fica guardado no aparelho e sai quando a ligação voltar — o que interessa a quem repara o problema num sítio sem cobertura.

Franqueza

O que costumam dizer-nos

«Vamos passar a receber muito mais reclamações.»
O número registado sobe, e é honesto dizê-lo: facilitar o reporte faz aparecer o que já existia e ninguém contava. O que não sobe é o trabalho — hoje o mesmo problema chega por telefone, por Facebook e ao presidente na rua, e é triado três vezes. Aqui chega uma vez, com o mapa a mostrar o que foi resolvido.
«A câmara tem a aplicação dela.»
E continua a ter. O que é competência dela sai daqui por email com PDF e número, e a resposta fica guardada na ocorrência em vez de se perder numa caixa de correio. Ligação direta à plataforma municipal só faz sentido câmara a câmara, quando essa câmara tiver uma interface aberta.
«Exigir conta afasta as pessoas.»
Em parte afasta, sim: é um código a mais entre a foto e o envio. É também o que permite avisar a pessoa quando o estado muda, deixá-la seguir uma ocorrência em vez de a duplicar, e travar reportes falsos em massa. Quem prefere telefonar continua a telefonar: o funcionário regista a ocorrência e a pessoa recebe os avisos na mesma.
«Já temos um grupo de WhatsApp que resolve isto.»
Resolve enquanto a mensagem está no ecrã. Não diz quantas ocorrências estão abertas, não avisa o cidadão, não distingue o que é da câmara e não responde, na assembleia, à pergunta de quantas foram resolvidas este ano. O grupo continua a servir para falar com a equipa; deixa é de ser onde a informação vive.

Anda com estas

  • Área do cidadão e identificação

    Cada pessoa entra, vê os seus pedidos e documentos e sabe em que ponto está tudo, sem telefonar para perguntar.

  • Gestão de pedidos

    Uma fila única para tudo o que entra, com número, prazo, responsável e histórico — e nada se perde numa caixa de correio.

  • Site público e CMS

    O site da freguesia no domínio próprio, com notícias, eventos, contactos e horários, editável por quem atende ao balcão.

  • Relatórios e estatísticas

    Quantos pedidos entraram, quanto tempo demoraram e onde está o atraso — sem ninguém contar à mão.

Trinta minutos, com a sua freguesia no ecrã

Sem apresentação de vendas: mostramos o balcão a funcionar, respondemos ao que perguntar e dizemos com franqueza o que ainda não faz.

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